quarta-feira, 5 de novembro de 2025

A HISTÓRIA DO OESTE - DOZE ANOS COMPLETADOS DE PLENA COLABORAÇÃO PROFISSIONAL!!

 


Wilson Vieira painting by my friend - 2020: Boža Milojković Bam.




WILSON VIEIRA BY Yılmaz Dağlı 

**GIOVEDÌ 10 OTTOBRE 2013 - SABATO 8 NOVEMBRE 2025...**

THE HISTORY OF THE WEST - TWELVE YEARS OF FULL PROFESSIONAL COLLABORATION COMPLETED!!
AND YOU... HAVE YOU READ MY WESTERN ESSAYS, ON DIME WEB - ITALY!?
A HISTÓRIA DO OESTE - DOZE ANOS COMPLETADOS DE PLENA COLABORAÇÃO PROFISSIONAL!!
LA STORIA DEL WEST - DODICI ANNI DI PIENA COLLABORAZIONE PROFESSIONALE COMPLETATI!!

109 ENSAIOS - 109 SAGGI - 109 ESSAYS!!
The History of the West by Vieira
Historian, writer, comic artist...Brazilian Wilson Vieira has been a friend and collaborator of "Dime Web" since the beginning with his invaluable articles on the History of the West.
He thoroughly explores every aspect of the Frontier, every character, every people of that extraordinary era, that incredible epic.
Follow us on this fantastic journey back in time!
(s. c. & f. m.)
DIME WEB - QUADERNI BONELLIANI
AUTORE - STORICO - ITALIA
MY STORY!?
IT'S SIMPLE...7 YEARS AS A COMICS ARTIST (STAFF DI IF - GENOVA - ITALY) AND...44 AS A WRITER (BRAZIL): BOOKS, ESSAYS AND SCRIPTS...
WHAT'S YOUR STORY!!??


segunda-feira, 3 de novembro de 2025

O RESSURGIMENTO DOS CANGACEIROS HOMENS DE COURO - ÁLBUM 1 - BRAMIDO - 96 PÁGINAS DE 2004 - DE WILSON VIEIRA - BRASIL.

 








SÉRIE - CANGACEIROS HOMENS DE COURO!!
REESCREVENDO E ATUALIZANDO O MEU ROTEIRO DE:
CANGACEIROS HOMENS DE COURO - BRAMIDO - ÁLBUM 1 - 96 PÁGINAS DE 2004
SERIES - CANGACEIROS LEATHER MEN!!
REWRITING AND UPDATING MY SCRIPT FOR:
CANGACEIROS LEATHER MEN - ROAR - ALBUM 1 - 96 PAGES FROM 2004
SERIE - CANGACEIROS UOMINI DI CUOIO!!
RISCRITTURA E AGGIORNAMENTO DELLA MIA SCENEGGIATURA PER:
CANGACEIROS UOMINI DI CUOIO - RUGGITO - ALBO 1 - 96 PAGINE DEL 2004
FOR WILSON VIEIRA...
CREATOR: CANGACEIROS LEATHER MEN
VISUAL ART - BY: A. K. S. P. - KAWI - BRAZIL
PARA WILSON VIEIRA...
CRIADOR: CANGACEIROS HOMENS DE COURO
ARTE VISUAL - POR: A. K. S. P. - KAWI - BRASIL
PER WILSON VIEIRA
CREATORE CANGACEIROS UOMINI DI CUOIO
ARTE VISIVA DI: A. K. S. P. - KAWI - BRASILE
"Cangaceiros uomini di cuoio" (Cangaceiros - Homens de Couro) è il titolo di una serie a fumetti brasiliana che racconta la storia dei cangaceiros, "fuorilegge" nomadi che operavano nel sertão brasiliano tra il XIX e il XX secolo, caratterizzati dal loro particolare abbigliamento in cuoio e da un forte simbolismo.
Il fumetto è stato ideato e scritto da Wilson Vieira, in 1985, ed è stato pubblicato a partire dal 2004.

Wilson Vieira ha fatto parte dello staff di IF a Genova.
È stato un disegnatore brasiliano che si è formato professionalmente presso lo Staff di IF, un gruppo di autori di fumetti creato da Gianni Bono, negli anni '70.
La sua formazione professionale si è svolta in Italia, dove ha anche studiato all'istituto d'arte Lorenzo de' Medici di Firenze.
Ruolo: Disegnatore.
Periodo: Anni '70.
Luogo di formazione: Staff di IF a Genova.
Studi: Istituto d'arte Lorenzo de' Medici a Firenze.
Attività: Oltre alla formazione presso lo Staff di IF, ha lavorato per la Sergio Bonelli Editore (SBE) e ha disegnato fumetti come "Il Piccolo Ranger", "Diabolik" e "L'Uomo Ragno".
SÉRIE - CANGACEIROS HOMENS DE COURO!!
REESCREVENDO E ATUALIZANDO O MEU ROTEIRO DE:
CANGACEIROS HOMENS DE COURO - BRAMIDO - ÁLBUM 1 - 96 PÁGINAS DE 2004
SERIES - CANGACEIROS LEATHER MEN!!
REWRITING AND UPDATING MY SCRIPT FOR:
CANGACEIROS LEATHER MEN - ROAR - ALBUM 1 - 96 PAGES FROM 2004
SERIE - CANGACEIROS UOMINI DI CUOIO!!
RISCRITTURA E AGGIORNAMENTO DELLA MIA SCENEGGIATURA PER: CANGACEIROS UOMINI DI CUOIO - RUGGITO - ALBO 1 - 96 PAGINE DEL 2004
"Cangaceiros uomini di cuoio" (Cangaceiros - Homens de Couro) è il titolo di una serie a fumetti brasiliana che racconta la storia dei cangaceiros, "fuorilegge" nomadi che operavano nel sertão brasiliano tra il XIX e il XX secolo, caratterizzati dal loro particolare abbigliamento in cuoio e da un forte simbolismo.
I fumetti è stato ideato e scritto da Wilson Vieira, in 1985, ed è stato pubblicato a partire dal 2004.
Cangaceiros Homens de Couro: Uma Aventura Épica no Sertão Brasileiro:
Prepare-se para uma jornada emocionante pelo sertão brasileiro com as HQs "Cangaceiros Homens de Couro", de Wilson Vieira.
Nesta obra, você será transportado para um mundo de bravura, lealdade e resistência, onde os cangaceiros reinam supremos.
Uma História de Coragem e Resistência:
A história se passa no início do século XX, quando o sertão nordestino era uma região marcada pela pobreza, pela seca e pela violência.
Em meio a esse cenário desolador, surge um grupo de homens e mulheres que desafiam as adversidades e lutam por justiça e liberdade: os cangaceiros.
Personagens Marcantes e Carismáticos:
As HQs apresentam uma galeria de personagens inesquecíveis, cada um com suas próprias motivações e histórias de vida.
Entre eles, destacam-se Lampião, o líder carismático do bando; Maria Bonita, sua companheira fiel; e Corisco, o cangaceiro implacável.
Aventura e Ação de tirar o fôlego:
"Cangaceiros Homens de Couro" é uma aventura de tirar o fôlego, repleta de cenas de ação eletrizantes e reviravoltas surpreendentes.
Prepare-se para acompanhar os cangaceiros em suas incursões ousadas, enfrentando jagunços, policiais e até mesmo as forças da natureza.
Uma Janela para a História do Brasil:
Além de ser uma obra de ficção envolvente, "Cangaceiros Homens de Couro" também é uma janela para a história do Brasil.
As HQs retratam com fidelidade o contexto social e político da época, mostrando como os cangaceiros se tornaram símbolos de resistência e esperança para o povo nordestino.
Cangaceiros Homens de Couro: An Epic Adventure in the Brazilian Backlands
Get ready for a thrilling journey through the Brazilian backlands with the comic books "Cangaceiros Leather Men" by Wilson Vieira.
In this work, you will be transported to a world of bravery, loyalty, and endurance, where the cangaceiros reign supreme.
A Story of Courage and Resistance:
The story takes place in the early 20th century, when the northeastern backlands were a region marked by poverty, drought, and violence.
Amidst this desolate landscape, a group of men and women emerge who defy adversity and fight for justice and freedom: the cangaceiros.
Remarkable and Charismatic Characters:
The comic book presents a gallery of unforgettable characters, each with their own motivations and life stories.
Among them are Lampião, the charismatic leader of the gang; Maria Bonita, his faithful companion; and Corisco, the ruthless cangaceiro.
Breathtaking Adventure and Action:
"Cangaceiros Leather Men" is a breathtaking adventure, packed with thrilling action scenes and surprising twists.
Get ready to follow the cangaceiros on their daring raids, facing off against gunmen, police, and even the forces of nature.
A Window into Brazilian History:
Besides being a compelling work of fiction, "Cangaceiros Leather Men" is also a window into Brazilian history.
The book faithfully portrays the social and political context of the time, showing how the cangaceiros became symbols of resistance and hope for the people of the Northeast.
Wilson Vieira é um renomado autor brasileiro de quadrinhos, conhecido por seu trabalho na Itália e por ter criado a saga em quadrinhos "Cangaceiros – Homens de Couro", ilustrada por Eugenio Colonnese e publicada em 2004, que retrata o universo do cangaço nordestino.
Ele também é criador de outras obras como a tetralogia "Gringo", uma releitura do Velho Oeste.
Quem é Wilson Vieira?
Nascido em 1949 em São Paulo, mudou-se para a Itália em 1973, onde trabalhou para grandes estúdios de quadrinhos, através do Estúdio Staff di IF de Gianni Bono.
É reconhecido por sua experiência em diversos gêneros narrativos, com especialização em western e histórias ambientadas no sertão.
Sobre "Cangaceiros – Homens de Couro":
É uma saga épica que retrata a história do cangaço nordestino, um período marcante e obscuro da história do Brasil.
A obra teve o primeiro roteiro quadrinizado por Eugenio Colonnese e foi publicada pela editora CLUQ em 2004.
A história aborda a realidade dura e mística do sertão, o poder, a ganância e a luta pela liberdade dos cangaceiros.
(San Paolo, Brasile, 28-8-1949) Classe 1949. Disegnatore e sceneggiatore brasiliano, soggiorna in Italia dal 1973/1980. Studia presso l'istituto d'arte Lorenzo de Medici a Firenze, si forma professionalmente presso lo Staff di IF a Genova (gruppo di autori di fumetti creato da Gianni Bono).

Resenha: Cangaceiros - Homens de Couro
Por Eloyr Pacheco -
 Historiador, Pedagogo e Arte-Educador. Editor e quadrinista.
24/08/2005

Sempre soube da força que o quadrinho nacional tem ao seu dispor: as lendas, o folclore e as biografias de personagens fortes e carismáticos, como, nesta obra, Lampião.
O quadrinhista Wilson Vieira, aparentemente, já sabia disso muito antes de mim.
E, assim, criou um projeto que tomou muitos anos de sua vida, contar a história de Lampião em quadrinhos.
Cangaceiros - Homens de Couro (formato 16 x 23 cm, 104 páginas) teve sua produção iniciada em 1985 e só foi lançado em 2004 pelo CLUQ - Clube dos Quadrinhos, através do selo Coleção Mandacaru. Wilson, levado a pesquisar e reunir subsídios para a sua história, chegou a conhecer Vera Ferreira, neta de Lampião e Maria Bonita e o Dr. Antonio Amaury Corrêa de Araújo, uma das maiores autoridades sobre Cangaço, que o incentivaram a perseverar.
Aliás, esse é um plano do roteirista, mostrar uma lenda do nosso folclore em cada capítulo da saga.
Nesta edição, storytelling é perfeito.
Sem super-poderes, diante dos nossos olhos o personagem torna-se verossímil - como de fato deveria ser, pois ele realmente existiu e faz parte de nossa história - através de uma narrativa precisa e conduzida de forma competente.
O clímax também é bem arquitetado e nos deixa ansiosos por um novo episódio da história...

Review: Cangaceiros - Leather Men
By Eloyr Pacheco
- Historian, educator, and art educator. Editor and comic book artist.
August 24, 2005

I always knew the power that Brazilian comics have at their disposal: the legends, the folklore, and the biographies of strong and charismatic characters, such as Lampião in this work.
The comic book artist Wilson Vieira, apparently, knew this long before I did.
And so, he created a project that took many years of his life: telling Lampião's story in comic book form.
Cangaceiros - Leather Men (16 x 23 cm format, 104 pages) began production in 1985 and was only released in 2004 by CLUQ - Clube dos Quadrinhos, through the Coleção Mandacaru label. Wilson, driven to research and gather material for his story, came to know Vera Ferreira, granddaughter of Lampião and Maria Bonita, and Dr. Antonio Amaury Corrêa de Araújo, one of the greatest authorities on Cangaço, who encouraged him to persevere.
In fact, this is a plan of the screenwriter, to show a legend from our folklore in each chapter of the saga.
In this edition, the storytelling is perfect.
Without superpowers, before our eyes the character becomes believable - as he should be, because he really existed and is part of our history - through a precise and competently conducted narrative.
The climax is also well-crafted and leaves us eager for a new episode of the story...










sábado, 1 de novembro de 2025

AUTOR - ESCRITOR - ROTEIRISTA - BRASILEIRO - *PROJETOS*

 


AUTOR - ESCRITOR - ROTEIRISTA - BRASILEIRO - *PROJETOS*
AUTHOR - WRITER - COMIC WRITER - BRAZILIAN - *PROJECTS*
AUTORE - SCRITTORE - SCENEGGIATORE - BRASILIANO - *PROGETTI*
JÁ ESCRITOS 4 ÁLBUNS DA SÉRIE:
CANGACEIROS HOMENS DE COURO: 384 PÁGINAS.
ESCRITO 1 ÁLBUM WESTERN SPAGHETTI: 136 PÁGINAS.
JÁ ESCRITO 1 ÁLBUM WESTERN HORROR: 40 PÁGINAS.
JÁ ESCRITO 1 ÁLBUM DE TERROR: 140 PÁGINAS.
JÁ ESCRITO 1 ÁLBUM DE TERROR: 117 PÁGINAS.
JÁ ESCRITO 1 ÁLBUM POLICIAL ITÁLIA/BRASIL: 40 PÁGINAS.
4 ALBUMS ALREADY WRITTEN IN THE SERIES:
CANGACEIROS LEATHER MEN: 384 PAGES.
1 SPAGHETTI WESTERN ALBUM ALREADY WRITTEN: 140 PAGES.
1 WESTERN HORROR ALBUM ALREADY WRITTEN: 40 PAGES.
1 HORROR ALBUM ALREADY WRITTEN: 140 PAGES.
1 HORROR ALBUM ALREADY WRITTEN: 117 PAGES.
1 POLICE ALBUM ITALY/BRAZIL ALREADY WRITTEN: 40 PAGES.
4 ALBI GIÀ SCRITTO DELLA SERIE:
CANGACEIROS UOMINI DI CUOIO: 384 PAGINE.
1 ALBO WESTERN SPAGUETTI GIÀ SCRITTO: 136 PAGINE.
1 ALBO WESTERN HORROR GIÀ SCRITTO: 40 PAGINE.
1 ALBO HORROR GIÀ SCRITTO: 140 PAGINE.
1 ALBO HORROR GIÀ SCRITTO: 117 PAGINE.
1 ALBO POLIZIESCO ITALIA/BRASILE GIÀ SCRITTO: 40 PAGINE.

DÊ-ME UM BOM DESENHISTA DE QUADRINHOS E EU TE DIREI QUEM SOU!

DATEMI UN BUON FUMETTISTA E TI DIRÒ CHI SONO!

GIVE ME A GOOD COMIC BOOK ARTIST AND I'll TELL YOU WHO I AM!

MY STORY!?
IT'S SIMPLE...7 YEARS AS A COMICS ARTIST (STAFF DI IF - GENOVA - ITALY) AND...44 AS A WRITER (BRAZIL): BOOKS, ESSAYS AND SCRIPTS...
WHAT'S YOUR STORY!!??
MINHA HISTÓRIA!?
É SIMPLES...7 ANOS COMO ARTISTA DE QUADRINHOS (STAFF DI IF - GENOVA - ITÁLIA) E...44 COMO ESCRITOR (BRASIL): LIVROS, ENSAIOS E ROTEIROS...
QUAL É A SUA HISTÓRIA!!??













sábado, 18 de outubro de 2025

THE DARKNESS, THE SCREAM, AND THE HORROR IN COMICS - WILSON VIEIRA

 

domenica 6 ottobre 2013

IL BUIO, IL GRIDO E L'ORRORE A FUMETTI. 

di Wilson Vieira

Con questo intervento sulla letteratura gotica e sul fumetto horror inizia la collaborazione del grande autore brasiliano Wilson Vieira a Dime Web.
Le immagini di corredo sono tutte tratte da storie sceneggiate da Wilson.
Nato nel 1949, dopo gli studi d'arte sostenuti a Firenze nei primi anni '70, Wilson Vieira ha lavorato per lungo tempo in Italia come disegnatore di fumetti. 
Dal 1973 al 1980 ha fatto parte dello Staff di If di Gianni Bono a Genova e, in tale veste, ha collaborato alla collana bonelliana "Il Piccolo Ranger" (che proprio Bono, dal febbraio 2012, sta ristampando). 
Lavori di Wilson sono apparsi anche su "Diabolik" dell'Astorina e - su sceneggiatura di Franco Fossati - ha disegnato nel 1981 Octopus sfida l'Uomo Ragno (per la Mondadori Libri TV). 
Impossibile però riassumere in poche righe la straordinaria carriera di Wilson. 
Potete trovare interviste a Vieira, sue biografie e novità sui suoi lavori un po' dovunque sul web. 
Abbiamo infine aggiornato la nostra pagina Chi diavolo siamo con una breve bio di Wilson! 
(s.c. & f.m.)



I racconti dell'orrore vengono evidentemente da molto lontano.
Non è difficile immaginare vecchi uomini canuti e pieni di cicatrici, che ricordano ai belli e increduli nipotini, in favolosi racconti, i tempi in cui le belve affamate osavano mostrare la loro odiosa figura appena oltre la siepe di fuoco che proteggeva, sul limite della caverna, i cuccioli d'uomo.
Ma è più opportuno, volendo parlare di questi fumetti, partire dalla più nota rivista americana del genere: "Creepy".





I racconti dell'orrore, di cui i fumetti dello stesso genere sono una filiazione, vengono direttamente da certi fascicoletti, denominati 
Blue books dal colore della copertina, che volgarizzavano nel corso dell'Ottocento i romanzi "neri" di una recente tradizione narrativa britannica, tradizione che aveva offerto al pubblico preromantico e romantico, avido di storie del brivido e raccapriccianti, i romanzi di Ann Radcliffe e di Mattew Gregory Lewis, di Charles Robert Maturin e di Horace Walpole. Erano scrittori medievalisti, misticheggianti, adepti del romanzo fantastico popolato di mostri e di tombe.
André Breton, il leader dei surrealisti, dedicatosi puntigliosamente a ricercare negli scaffali delle biblioteche i precursori del movimento, ebbe a sostenere che gli autori del romanzo "nero" o "gotico" (così detto dallo stile architettonico dei manieri e delle rovine dove spesso si svolgevano gli intrighi più portentosi) avevano catturato nell'aria fine-di-secolo i sintomi e le anticipazioni della Rivoluzione Francese.
Altri, con meno industriosa immaginazione, si limitarono a scorgere nella sterminata letteratura "nera" il trionfo dell'ombra sulla luce, la vittoria sulla ragione del disordine attuato dal tempo, con edera e muschio intrecciati alle rovine.
È stata proprio Ann Radcliffe a suggerirci che alla delicata anima romantica le rovine di abbazie abbandonate e di chiostri diroccati suggerivano l'assurdità dell'umana esistenza.

Da Coulrophobia. Testi di Wilson Vieira e disegni di Allan Goldman.


I fumetti dell'orrore, quali si possono seguire in riviste specializzate come "Creepy", si attengono tuttavia a una nudità e secchezza più consone ai nostri tempi.

Sono presenti Dracula, ovviamente; Frankenstein, oppure la Mummia; ma non è difficile scorgervi le tracce degli eroi letterari che informano parte almeno dell'ispirazione di due grandi scrittori anglosassoni: Edgard Alan Poe e i suoi Racconti Straordinari, Robert Louis Stevenson e Lo strano caso del dottor Jekyll e del signor Hyde; e le vicende ispirate dalla opaca letteratura contro i "papisti" - nata dalla polemica protestante - piene di veleni, di pugnali, di un Rinascimento visto con gli occhi di un moralismo provinciale e meschino.
Cosa distingue, allora, il romanzo "nero" o "gotico" dal romanzo d'avventura?!
Le distinzioni segnate con limiti troppo netti, con frontiere ben tracciate, sono sempre opinabili; ci arrischieremo così soltanto nella descrizione dei materiali che sono propri del racconto d'orrore e che nei libri d'avventure non appaiono altro che come incidenti di strada.
Leggiamo dunque quello che è il più celebre dei romanzi d'avventure, I Tre Moschettieri di Alexandre Dumas (padre): Milady, una bellezza diabolica (oggi diremmo "fatale"), si mette sulla strada di D'Artagnan, dopo aver ridotto alla disperazione, anni prima, il cavalleresco Athos. 
Resistendo al suo fascino, i Moschettieri ordinano al carnefice di Lilla di mozzarle la testa. La scena è degna di un romanzo "nero" - su questo non c'è dubbio. 
Essa è come una macchia nel corso del romanzo, ma viene presto dimenticata. 
Nei racconti che ci interessano l'elemento macabro, terrificante, è sempre presente. 


Copertina per Vulkii. Testi di Wilson Vieira e disegni di Getulio Delphim.


È perfino facile tracciare una sintesi dei motivi principali della macabra sinfonia: una caverna, un monaco, morti in cantina o nei sotterranei, una tempesta che squassa i rami scheletrici degli alberi del parco, un giuramento che deve restare segreto, i mostri, i vampiri, le avvelenatrici, le fanciulle innocenti, il prode cavaliere in groppa al suo cavallo bianco. 
Gemiti e lamenti di ignota provenienza, donne stupende preda del demonio (generalmente brune belezze e sensualità latine) e grotteschi fantasmi possono sempre intervenire al momento opportuno.
Uno scrittore americano, Howard Phillips Lovecraft, specialista del genere, così descriveva il tema tradizionale: L'impianto drammatico comprende prima di tutto il castello gotico, dall'antichità tenebrosa, i suoi lunghi corridoi e le passeggiate sugli spalti, le ali deserte o cadute in rovina, i muri umidi, le catacombe malsane e nascoste, le eflorescenze di orridi spettri i di spaventose leggende


O Ceifeiro (ovvero Il Mietitore). Testi di Wilson Vieira e disegni di Fred Macedo.


Uno degli elementi che spingono il lettore a leggere tutto d'un fiato i racconti a fumetti è quello della sorpresa. 
Creata la situazione al limite tra la realtà e il fantastico, solo alla fine si ha la soluzione, che non delude mai per l'originalità.
Alcune volte il male trionfa sotto le forme più inaspettate, rivelandosi là dove sembrava esservi la più pura innocenza.
La bambola in mano alla bambina sorridente si trasforma in un mezzo di tortura, il rifugio tanto agognato o la persona cara nel pericolo a lungo sfuggito, il viso diafano d'una fanciulla in un mostro assetato di sangue caldo.
Vendette, minacciate secoli addietro, si verificano inaspettatamente, morti si levano a notte fonda dalla tomba per punire i malvagi che li hanno condannati.
Non manca in taluni episodi una sottile ironia che scambia le parti del dramma - cosicché l'assassino diventa vitima, il persecutore perseguitato.
Il male non risparmia nessuno e anche il più incredulo deve soccombere di fronte alle sue più spaventevoli incarnazioni.
Riprendendo l'aspetto figurativo dalla tradizione soprattutto cinematografica, questi fumetti sono notevoli per la precisione del segno e per l'originalità della maschere. Anche i personaggi più incredibili vengono tratteggiati senza cadere nel grottesco. Soprattutto l'agile mano di Reed Crandall riesce a rendere felicemente i più svariati personaggi e le ambientazioni, anche se talvolta di maniera, evitando per lo più i passaggi obbligati del genere per introdurvi elementi realistici che meglio ci fanno assaporare, nel contrasto, l'elemento fantastico. 



...e cioè Il pizzo.


Quanto alle ragioni del fascino che esercitano i racconti dell'orrore a fumetti su un numero straordinario di lettori, le cause mi sembrano di un doppio ordine. 
Il meraviglioso ha sempre esercitato un'attrazione fortissima anche sulle menti adulte.
In primo grado la vita quotidiana è così evidentemente imprigionata in regole monotone e fisse da quando ha preso il sopravvento la civiltà urbana che non c'è da meravigliarsi se la gente cerca un rifugio nei racconti fantastici, ricchi di soluzioni strane ed inaspettate.
In secondo grado, il giusto dell'orrore trova probabilmente dentro di noi una zona ancora inesplorata, fatta di ricordi ancestrali, di riconoscimenti che hanno dello stregonesco, di reminescenze che affiorano improvvise negli incubi e nei sogni notturni per dissolversi alle prime luci del giorno. In parole povere, risalendo nel tempo le generazioni, non si può dire che l'età degli spaventi primordiali sia poi tanto lontana dagli uomini e dalle donne di oggi, che usano tranquillamente computer e aviogetti, che sono al corrente delle teorie di Einstein e delle conturbanti ultime scoperte della biologia.
La psicanalisi ha aperto uno spiraglio; ma sappiamo che si tratta di un semplice anticipo, di una ricerca ricca in potenza di una meravigliosa fecondità.
Spavento di ciò che non conosciamo, fragilità delle nostre certezze, incapacità di liberarci completamente dalle catene del passato - ovvero, qualcosa di veramente atavico. 


Jamaican Undead. Testi di Wilson Vieira e disegni di Angelo Roncalle.


Ha scritto Violette Trefusis: 
La zia Campbell faceva di continuo lo stesso sogno: vedeva distintamente un castello feudale. 
Essa lo conosceva nei minimi particolari.
Immaginate dunque il suo smarrimento quando, durante una passeggiata in campagna, alla svolta di una strada, si trovò improvvisamente davanti il castello del sogno. 
Con il cuore che le batte forte in petto, essa attraversa il ponte levatoio e bussa alla grande porta massiccia piena di chiodi. 
Dopo qualche minuto, le viene ad aprire un vecchio e strano domestico dall'aria corrucciata.
- Chi abita qui? -, chiese mia zia con voce malferma. 
- Nessuno, signora, il castello è stregato.
Il domestico la osservò dalla testa ai piedi:
- Lei, signora, dovebbre saperlo meglio di tutti, poiché qui il fantasma è lei!!
Poi il buio, il grido e l'orrore, a fumetti...ovverosia, la paura fa sempre novanta, oppure no?!
Bah...AAAAAAHHHHHH... 


... ovvero, secondo Viera, Luna contadina.

Wilson Vieira visto da Fred Macedo


Wilson Vieira 

P.S. Cliccando sui link potete trovare alcune notizie anche sui disegnatori - nomi davvero forti!- delle straordinarie immagini che avete ammirato come corredo iconografico del testo di Wilson: Fred MacedoAloìsio de CastroAllan GoldmanGetulio DelphimDaniel Brandão e Angelo Roncalle
(s.c. & f.m.)

P.P.S. Trovate i link a tutti gli altri interventi di Wilson Vieira su Dime Web (in particolare la sua Storia del West) andando sulla pagina delle Cronologie

  domenica 14 giugno 2026 KITTY LE ROY! QUEEN OF THE HOOFERS, GIOCATRICE D’AZZARDO E PISTOLERA! LE NINFE DELLE PRATERIE! THE HOG TOWN! – LA ...